À semelhança do que tem sido feito desde 2009, cidadãos e organizações solidários com a luta do Povo da Palestina em geral e da Faixa de Gaza em particular promovem uma concentração no Largo de São Domingos junto ao Rossio, em Lisboa, no dia 27 de Dezembro, pelas 18h30, para lembrar o Massacre de Gaza que teve início no dia 27 de Dezembro de 2008 e se prolongou até meados de Janeiro de 2009, o bloqueio desumano e ilegal imposto posteriormente à Faixa de Gaza e que continua em vigor, bem como os recentes ataques de Israel à Faixa de Gaza, que semearam a morte e a destruição numa zona já tão castigada, a maior prisão a céu aberto do mundo. Recordamos também que continuam a ser demolidas casas de palestinianos e arrancadas as suas culturas para a construção desenfreada de mais colonatos na Cisjordânia e em Jerusalém-Leste que visam impedir a criação de um Estado Palestiniano.
sábado, 22 de dezembro de 2012
Segurança Social - Plano Maquiavélico
O texto seguinte foi-nos enviado, pela importância e implicações que tem sobre a vida dos cidadãos, passamos a divulgá-lo .
"DESCOBERTA A SINISTRA INTENÇÃO DA União Europeia.
É para isto que são eleitos e principescamente pagos os deputados europeus, enquanto os povos europeus passam fome e miséria? É para isto a UE?
À SOCAPA E COM UM PROGRAMA OCULTO, QUEREM PRIVATIZAR A SEGURANÇA SOCIAL, ALÉM DE SERVIÇOS PÚBLICOS.
Quem disse que é bom ter um português como presidente da Comissão Europeia, se neste caso ele se manteve em silêncio como cúmplice desta sinistra intenção? Se não fosse o presidente Hollande, em França, continuaríamos na total ignorância por falta de divulgação na imprensa desta tramoia, que continuaria escondida numa gaveta dos governos ultraliberais da Europa ao serviço do Bilderberg's Group.
Esta directiva existe desde dezembro de 2011, já depois de o governo de Passos Coelho estar em funções. Alguém ouviu ou leu algo a seu respeito na imprensa portuguesa? Pois... pois … liberdade de informação/comunicação?
A proposta de Diretiva da União Europeia relativa aos contratos públicos, em apreciação no Parlamento Europeu, é um novo exemplo do processo em curso de destruição do chamado “modelo social europeu” e de regressão social e democrática do espaço europeu. Convertendo a União Europeia num espaço económico e político inteiramente comandado pelos mercados financeiros e por um ultraliberalismo suicidário. É também uma boa ilustração de como o diabo está nos detalhes.
A intenção de liberalizar e privatizar a segurança social pública é remetida para um anexo (o Anexo XVI) dessa proposta de diretiva, mencionado singelamente como dizendo respeito aos serviços “referidos no artigo 74º”, sendo aí listados os serviços públicos que passariam a ser sujeitos às regras da concorrência e dos mercados:
- Serviços de saúde e serviços sociais
- Serviços administrativos nas áreas da educação, da saúde e da cultura
- Serviços relacionados com a segurança social obrigatória
- Serviços relacionados com as prestações sociais
Entre estes, avulta a intenção expressa de privatizar a segurança social pública, a par dos serviços de saúde e outros serviços sociais assegurados pelo Estado. Um alvo apetecido do capital financeiro em Portugal e no espaço europeu, que há muito sonha com a possibilidade de deitar a mão aos fundos da segurança social e às contribuições dos trabalhadores, sujeitando-os inteiramente às regras da economia de casino.
E como o fazem? À socapa, para ver se escapa à atenção e vigilância públicas. Um mero anexo, que remete para um mero artigo, nesta proposta de diretiva em discussão.
Só que o artigo em causa (o 74º) diz que “os contratos para serviços sociais e outros serviços específicos enumerados no anexo XVI são adjudicados em conformidade com o presente capítulo”. Neste, relativo aos regimes específicos de contratação pública para serviços sociais, estabelece (artigo 75º) a regra do concurso para a celebração de um contrato público relativo à prestação destes serviços. E logo de seguida, enumerando os princípios de adjudicação destes contratos (artigo 76º), é estabelecida a regra de que os Estados-membros “devem instituir procedimentos adequados para a adjudicação dos contratos abrangidos pelo presente capítulo, assegurando o pleno respeito dos princípios da transparência e da igualdade de tratamento dos operadores económicos…”
Uma perfeição. De um golpe, escondido num anexo e numa diretiva que daqui a uns tempos chegaria a Portugal, ficaria escancarada a porta para a privatização da segurança social pública e para a tornar inteiramente refém dos mercados financeiros. Que são gente de toda a confiança e acima de qualquer suspeita. Como esta crise tem comprovado. Ou não andamos nós há muito a apertar o cinto (e a caminho de ficar sem cintura) para merecermos o respeito e a confiança, dos mercados financeiros, nas doutas palavras de Coelho & Gaspar, acolitados pelos representantes no Governo português dos interesses da Goldman Sachs, António Borges e Carlos Moedas? E, como também nos têm explicado, o que é bom para a Goldman Sachs e mercados financeiros, é bom para Portugal e para os portugueses.
Este golpe surge, como não podia deixar de ser, sob o alto patrocínio desse supremo exemplo de carreirismo e cobardia política chamado Durão Barroso que, além de se ter pisgado do governo português com a casa a arder, tem no seu glorioso currículo o papel de mordomo das Lajes na guerra do Iraque e, agora em Bruxelas a fazer de notário dos poderosos, faz jus ao seu nome sendo durão ultraliberal com os fracos e sempre servente dos mais fortes. Como é bom ter um português em Bruxelas!
Claro que isto anda tudo ligado. Esta proposta de diretiva tem relação com os golpes sucessivos infligidos à segurança social pública em Portugal, com a operação para já frustrada em torno da TSU, com os insistentes cortes de direitos sociais, com os recorrentes argumentos do plafonamento e da entrega de uma parte das pensões ao sistema financeiro. Afinal, a lógica ultraliberal de que o melhor dos mundos será quando, da água à saúde, da educação à segurança social, tudo e toda a nossa vida estiver controlada pela lógica dos mercados e do lucro. Ou seja, pela lei do mais forte. Que é também coveira da democracia. E o Estado contemporâneo abdicar, como tarefa central, da sua função redistributiva e de redução da desigualdade social e regressar à vocação residualmente assistencialista do Estado liberal do século XIX.
Como refere o deputado socialista belga no PE, Marc Tarabella, “privatizar a segurança social é destruir os mecanismos de solidariedade coletiva nos nossos países. É também deixar campo livre às lógicas de capitalização em vez da solidariedade entre gerações, entre cidadãos sãos e cidadãos doentes…”, lembrando os antecedentes da sinistra proposta designada com o nome do seu autor por diretiva Bolkestein (Bilderberg's member), e exigindo a eliminação da segurança social desta proposta de diretiva.
É preciso defender a Segurança Social (e a Saúde e a Educação públicas) como uma prerrogativa do Estado e um setor não sujeito às regras dos Tratados relativas ao mercado interno e da concorrência.
Para não termos um dia destes os nossos governantes e os seus comentadores de serviço, com a falsa candura de quem nos toma por parvos, a explicarem que vão entregar a segurança social pública aos bancos e companhias de seguros porque se limitam a cumprir uma decisão incontornável da União Europeia, como já estão a fazer na saúde e na educação. Decisão pela qual, evidentemente, diriam não ser responsáveis. Como é próprio dos caniches dos credores. E acrescentando sempre, dogma da sua fé neoliberal, que nada melhor do que a concorrência e a privatização para baixar os custos e proteger os “consumidores”, aquilo em que querem converter os cidadãos. Como se vê nos combustíveis, nas comunicações ou na eletricidade. Tudo “boa gente”!
É preciso levantar a voz e a resistência social e política à escala europeia contra este projeto, antes que seja tarde de mais. Em defesa da Segurança Social pública e do Estado Social, garantes de democracia e de menos desigualdade social."
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
MUITO TRISTE, MAS É BOM SABER!
Enviaram-nos este texto que faz uma importante denuncia, não temos presente o autor, mas a sua acutilância é ajustadíssima...
Em Inglaterra, a cadeia de supermercados Waitrose, oferece uma moeda (uma chapa) a cada cliente que faz compras acima dum determinado valor.
O cliente, à saída, tem, normalmente, três caixas, cada uma em nome duma instituição social sediada no município, para receber as referidas moedas, de acordo com a opção do cliente.
Periodicamente, são contadas as moedas de cada caixa e a empresa entrega em dinheiro, à respectiva instituição, o valor correspondente, donativo esse que, diminui os seus lucros mas, também, tem o devido tratamento em termos de fiscalidade.
Em Portugal, as campanhas de solidariedade custam ao doador uma parte para a instituição, outra parte para o Estado e mais uma boa parte para a empresa que está a ?operacionalizar? (?!...) a acção. Um país de espertos... até na ajuda aos mais necessitados.
Mas nós ficamos quietos e calados...
Muito triste, muito triste, mas é bom saber...
Programa de luta contra a fome.
Nada é o que parece.
Vejamos:
Decorreu num destes fins de semana (final de maio 2012) mais uma acção, louvável, do programa da luta contra a fome mas....façam o vosso juízo! A recolha em hipermercados, segundo os telejornais, foi cerca de 2.644 toneladas! Ou seja 2.644.000 Kilos.
Se cada pessoa adquiriu no hipermercado 1 produto para doar e se esse produto custou, digamos, 0.50 ? (cinquenta cêntimos), repare que:
2.644.000 kg x 0,50 ? dá 1.322.000,00 ? (1 milhão, trezentos e vinte e dois mil euros), total pago nas caixas dos hipermercados.
Quanto ganharam???:
- o Estado: 304.000,00 ? (23% iva)
- o Hipermercado: 396.600,00 ? (margem de lucro de cerca de 30%).
Nunca tinha reparado, tal como eu, quem mais engorda com estas campanhas...
Devo dizer que não deixo de louvar a acção da recolha e o meu respeito pelos milhares de voluntários.
MAIS....
É triste, mas é importante saber...
- Porque é que os madeirenses receberam 2 milhões de euros da solidariedade nacional, quando o que foi doado eram 2 milhões e 880 mil?
Querem saber para onde foi esta "pequena" parcela de 880.000,00 ??
A campanha a favor das vítimas do temporal na Madeira através dechamadas telefónicas é um insulto à boa-fé da gente generosa e um assalto à mão-armada.
Pelas televisões a promoção reza assim: Preço da chamada 0,60 ? + IVA. São 0,738 no total.
O que por má-fé não se diz é que o donativo que deverá chegar (?) ao beneficiário madeirense é de apenas 0,50 ?.
Assim oferecemos 0,50 ? a quem carece mas cobram-nos 0,738 ?, mais 0,238 ? cerca ou + de 32%.
Quem ficou com esta diferença?
1º - a PT com 0,10 ? (17%) isto é a diferença dos 50 para os 60.
2º - o Estado com 0,138 ? (23%) referente ao IVA sobre 0,60 ?.
Numa campanha de solidariedade, a aplicação de uma margem de lucro pela PT e da incidência do IVA pelo Estado são o retrato da baixa moral a que tudo isto chegou.
A RTP anunciou com imensa satisfação que o montante doado atingiu os 2.000.000,00 ?.
Esqueceu-se de dizer que os generosos pagaram mais 44%, ou seja, mais 880.000,00 ? divididos entre a PT (400.000,00 ? para a ajuda dos salários dos administradores) e o Estado (480.000,00 ? para auxílio do reequilíbrio das contas públicas e aos trafulhas que por lá andam).
A PT cobra comissão de quase 20% num acto de solidariedade!!!
O Estado faz incidir IVA sobre um produto da mais pura generosidade!!!
ISTO É UMA TOTAL FALTA DE VERGONHA, SOB A CAPA DA SOLIDARIEDADE. É BOM QUE O POVO SAIBA QUE ATÉ NA CONFIANÇA SOMOS ROUBADOS.
ISTO É UM TRISTE ESBULHO À BOLSA E AO ESPÍRITO DE SOLIDARIEDADE DO POVO PORTUGUÊS!!!
Pelo menos. DENUNCIE!"O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons."
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Dia 15, Todos Contra o Orçamento do Terror !
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Nobel para a Europa em 2012, Hitler quase o tinha conseguido em 1938
A união europeia ao ter sido contemplada com o prémio nobel da paz não nos espanta nada ,depois das suas práticas recentes de propagadores da guerra, desde a Jugoslávia passando pelo Iraque -onde Durão Barroso assumiu o papel de mordomo da Guerra na cimeira das Lajes que contou com a presença de outrs figuras sinistras como Tony Blair e Aznar outros paladinos da "paz"- até ás recentes guerras da Líbia com particular empenho de algumas potências europeias e guerra que persiste no Afeganistão em que são secundarizam o império americano nesta agressão contra um povo mártir .
![]() |
| Os Senhores da Guerra em cimeira dos Açores em 2003, que decidiu a guerra do Iraque e toda a mortandade daí resultante e a infelicidade deste povo |
"A notícia é no mínimo impressionante Adolf Hitler esteve para ganhar o Prémio
Nobel da Paz em 1938. Da paz? Sim. Pelo menos foi o que noticiou a edição de
sábado do jornal espanhol "ABC", num artigo assinado pela sua correspondente em
Estocolmo, Carmen Villar, citando uma rádio sueca.
Os contornos da história, ainda pouco claros e bastante confusos, relatam que
a ideia da nomeação do Führer partiu da mente do deputado sueco E.G.C. Brandt.
O comité norueguês, por seu turno, terá aceite e ponderado tal ideia, mas a
distinção acabaria por ser entregue ao Instituto Nansen, uma organização
dedicada a investigações diversas.
Ainda segundo o "ABC", apesar de Hilter não ter recebido os votos
suficientes, a sua nomeação desencadeou acesas discussões. Havia quem defendesse
a ideia de que Hilter merecia o Nobel da Paz devido às "conversações sobre a paz
na Europa que manteve com o britânico Chamberlain".
Acontece que todos os detalhes relacionados com este insólito caso estiveram,
aparentemente, arquivados e fechados a sete chaves durante diversos anos, tendo,
posteriormente, desaparecido da história dos prémios Nobel "como por arte e
magia" depois do fim da 2.ª Guerra Mundial. "
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Contra o Terrorismo social
Passamos a divulgar o comunicado do Circulo revolucionário
Pelo
derrube do Governo da Troika!
O
governo PSD/CDS mandou aprovar no Parlamento o seu Orçamento do
Estado para 2013, seguindo com lealdade as instruções recebidas da
Troika FMI/BCE/UE. Agora espera a divulgação oficial por Cavaco
Silva. Em conjunto com as outras, as medidas aprovadas agora são as
mais brutais que alguma vez um governo burguês impôs ao nosso povo:
- Violento aumento dos impostos;
- Cortes dramáticos nos subsídios de desemprego, doença e nas pensões e reformas;
- Medidas para aumentar o desemprego e a precariedade o que agrava a crise económica;
- Aumento da exploração através do alargamento do horário do trabalho, da diminuição de férias e feriados, de horas extras mais baratas e da redução das indemnizações;
- Ataques selvagens às organizações trabalhadoras, à contratação coletiva e aos direitos do trabalho, nomeadamente à greve;
- Aumento generalizado dos preços dos bens essenciais, como alimentação, água, luz, gás, habitação, transportes, medicamentos etc.
Esse
gangue de Passos/Portas tornou a nossa vida um inferno, ao mesmo
tempo que tem entregue ao capital financeiro internacional, aos
super-monopólios e especuladores cada cêntimo que mandou espremer a
nós. Esta exploração descarada está a tomar dimensões que põem
em questão a nossa sobrevivência.
Ao
mesmo tempo, o governo PSD/CDS combate a nossa
resistência nas empresas públicas, a luta dos estivadores, a greve
geral, as grandes manifestações de
rua contra esta selvajaria capitalista, com um aumento dramático de
repressão.
Fascização
do Aparelho do Estado
O
ataque policial às piquetes durante a greve geral, a feroz agressão
às pessoas em frente à Assembleia da República, a reorientação
do aparelho de justiça com a redução dos direitos de defesa nos
tribunais, a tentativa policial de decapitação e criminalização
dos movimentos de resistência contra a Troika, a colaboração da
liderança da RTP com a polícia, a violação de regras
democráticas, um discurso político violento de ameaças contra as
greves e lutas de rua, a instigação do espírito corporativo da
polícia, declarações sobre a necessidade de terminar esta
democracia por imperativos económicos, ou seja, o governo da Troika
e a reação portuguesa têm procurado a transformar com pressa o seu
sistema de controle democrático num regime de repressão aberta.
Eles querem é impedir a nossa resistência contra o seu sistema de
terrorismo social através do aparelho do Estado.
Resistência
com Determinação
Os
estivadores têm mostrado a sua força numa luta com determinação.
São eles que servem de exemplo para os movimentos sindical e de
resistência popular. É por isso que eles também se encontram no
centro dos ataques políticos, mediáticos, da polícia, dos
tribunais, até à mudança de legislação laboral sobre greves. O
ataque contra eles terá consequências gravíssimas para a luta de
t o d o s os trabalhadores pelo que é uma tarefa sindical
importante construir uma ampla frente de solidariedade com esses
camaradas em luta e contra as intenções repressivas do governo -
pela defesa do direito à greve.
Contra
este este regime “democraturial” do governo e da Troika não há
outro caminho a não ser a nossa resistência organizada com
determinação nas empresas através de sindicatos combativos, nos
bairros com comités de luta contra despejos, cortes de luz, água,
nas ruas com manifestações consequentes de luta.
ESTE
ESTADO NÃO É O NOSSO – CONTRA O TERRORISMO SOCIAL !
DERRUBE
DO GOVERNO PSD/CDS !
TROIKA
– FORA DE PORTUGAL !
Círculo
Revolucionário 8.12.2012
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
O policia que assassinou o Kuku foi absolvido
O agente da PSP acusado da morte de um jovem de 14 anos em 2009, na Amadora, foi absolvido esta quarta-feira nos Juízos Criminais de Lisboa. Apesar de ter sido dado como provado que foi o seu disparo que provocou a morte do jovem, o tribunal decidiu, ainda assim, absolvê-lo, "dadas as circunstâncias em que tudo se passou".
A justiça funciona muito bem. Exactamente como é suposto ela funcionar. Exactamente como sempre tem funcionado.
Como uma forma de legitimar a opressão, as leis criadas pelos opressores para perpetuarem o seu poder.
Do ponto de vista Racial também tem funcionado perfeitamente. Legitimando a violência estrutural racista da qual a violência policial...
é uma parte, ou os desalojamentos e remoções de pessoas é outro.
Legitimando o uso da forca para manter nos no nosso lugar. O Não lugar.
Estou certo que se tivesse sido o filho daquela juíza haveria outro desfecho.
Para as peles negras de mascara brancas que acreditam e defendem este sistema com mais unhas e dentes eis mais um "alimento para o visão pensamento". Boker T Washigntons da nossa história. Tios Tomas.
Levantemos e lutemos. Hoje gostava de ver arder os crachás oferecidos por este sistema aos "lideres negros" que viajam mundo fora a puxar galões e a subir na escada do poder.
Tanto stribilim quando estão frente aos vossos mestres e hoje? Que é feita das vozes que se erguem para reclamar subsídios e lugares de poder?
Audre Lorde escreveu "the masters tolls will never dismantle the masters house". As ferramentas que o mestre nos dá numa servirão para desmontar a sua casa".
A justiça dos nossos mestres nunca será injusta para eles.
Porque ainda acreditamos nessas ferramentas! Serviram em Santa Filomena? Serviram aqui?
É aqui que entra em questão o que significa Black Power. Seria nao estarmos sujeitos a policia racista que nos mata e a justiça racista que os aplaude. A câmaras que nos expulsam as directivas europeias da imigração que nos criminalizam apenas por existir!
Levantemos e lutemos!
Violência Policial e Racismo: O Caso do Kuku (Trailer do Doc)
http://www.youtube.com/watch?v=sbHuVxCPTmY
http://www.youtube.com/watch?v=sbHuVxCPTmY
Oscar Niemeyer - "A vida é um sopro"
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Dia 29 de Dezembro MANIFESTAÇÃO INTERNACIONAL DE ESTIVADORES
"Mais de uma centena de estivadores estrangeiros vão participar na manifestação agendada para a próxima quinta-feira, junto à Assembleia da República, para contestar a nova lei sobre o regime jurídico do trabalho portuário, cuja votação na generalidade está marcada para esse dia.
O presidente do Sindicato dos Estivadores do Centro e Sul, Vítor Dias, disse à Lusa que mais de uma centena de estivadores de Espanha, França, Dinamarca, Suécia e Bélgica já confirmaram que estarão no protesto marcado para a próxima quinta-feira.
"Solidarizaram-se com a nossa luta e fazem questão de estar presentes na nossa manifestação", afirmou o dirigente sindical, adiantando que vários portos europeus vão paralisar entre as 13.00 horas e as 15.00 horas, como forma de se associarem à "luta" dos estivadores que rejeitam o novo regime jurídico do trabalho portuário.
A nova lei sobre o regime jurídico do trabalho portuário, que está na origem das sucessivas greves dos estivadores, nos portos de Lisboa, Setúbal, Aveiro e Figueira da Foz, teve o acordo de alguns sindicatos, afetos à UGT, que - segundo o Governo - representam 60% dos trabalhadores e operadores portuários.
...
...
No dia em que está agendada a discussão da proposta de lei na generalidade, começa um novo período de greve dos estivadores, que se prolonga até 5 de dezembro, altura em que começa uma nova paralisação por mais quatro dias, até 9 de dezembro.
Os estivadores estão em greves sucessivas desde 17 de setembro. "
...
jn domingo, 25 de novembro de 2012
sábado, 24 de novembro de 2012
Organizadora da Manifestação de 15 de Setembro contituída Arguida
Passamos a divulgar o comunicado seguinte
Organizadora da Manifestação de 15 de Setembro Constituída Arguida
No dia 14 de novembro, na sequência de uma manifestação amplamente participada, convocada pela CGTP, e à qual aderiram os mais diversos setores e movimentos, o país assistiu, em direto, a dois incidentes distintos: um grupo de pessoas a arremessar pedras e outros objetos ao corpo de intervenção da polícia, que não reagiu; e uma carga policial violentíssima, que, longe de travar quaisquer atos de violência, antes os distribuiu, de forma gratuita, sobre todos os manifestantes. Isto apesar de ser claro, para quem lá estava e/ou viu as imagens televisivas, que o arremesso de objetos por um reduzido grupo de pessoas foi tolerado pelas forças policiais. Seguiram-se horas de terror nas imediações da Assembleia da República, que culminaram na detenção de dezenas de pessoas, incluindo um menor, no Cais Sodré — pessoas sem qualquer relação com os incidentes ocorridos durante a tarde. Os detidos, alguns feridos a quem foi negada assistência médica, ficaram incontactáveis durante horas, privados do direito legal de comunicar com a família e advogados, e foram coagidos a assinar autos com espaços em branco, para poderem sair em liberdade - nunca foram, portanto, sequer acusados de nada.
O direito à manifestação vem consagrado na Constituição (e não depende, ao contrário do que muita vez se diz, de qualquer «autorização» — o que o Decreto-Lei nº406/74 estipula é a entrega de um aviso por escrito ao presidente da câmara municipal, com a antecedência mínima de dois dias úteis), e nenhuma democracia é digna desse nome se não o respeita. Mais ainda quando tenta condicioná-lo, fazendo uso de mecanismos repressivos, sem respeito pelas normas que caracterizam um estado de direito. No último ano, temos assistido a casos repetidos de notificação e subsequente instauração de processos a pessoas, pelo simples facto de estarem nas ruas a exercer o direito constitucional de expressar a sua opinião e fazer trabalho de mobilização.
Foi precisamente o que aconteceu a uma das subscritoras da manifestação de 15 de setembro, que foi constituída arguida no dia 8 de novembro, pelo «crime» de organização de manifestação não comunicada, e se encontra, neste momento, com Termo de Identidade e Residência. A suposta «manifestação» terá, segundo a denúncia policial, ocorrido no dia 12 de setembro, e mais não foi do que a conferência de imprensa de divulgação da manifestação de 15 de setembro - em que 15 pessoas seguraram uma faixa em frente da Assembleia da República enquanto falavam com os jornalistas, sem qualquer incidente ou impacto na ordem pública. Aliás, fazemos notar que os agentes da PSP que se deslocaram ao local traziam consigo um mandado de notificação já preenchido, ao qual faltavam apenas os dados da pessoa a notificar.
Porque sabemos que não há democracia com repressão e atropelos ao que fundamenta um estado de direito, denunciamos a estratégia, clara e previsível, de coação por parte das forças policiais. Se contestar pacificamente a austeridade fosse crime, todos seríamos criminosos pelo simples facto de dizer que não concordamos com ela. Porque nos recusamos a cair na armadilha de quem quer tornar as nossas ideias reféns de pedras e bastões, continuaremos a sair à rua, como sempre fizemos: a dar a cara por aquilo que acreditamos, e pacificamente. Temos muito mais do que pedras como argumento, e é por isso que não nos calam, nem com bastões nem com processos por crimes que não cometemos.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Foi ou não entregue à polícia as imagens da RTP sobre a Manifestação do dia da Greve Geral ?
A carga policial junto á Assembleia da República no dia da Greve geral e todos os desenvolvimentos seguintes: A intervenção do ministro Miguel Macedo, mais um rol de intervenções de gente entendida em defesa do chamado estado de direito, o primeiro ministro, o presidente da república, o apelidado chefe da oposição A.J. Seguro, uma corja de jornalistas completamente enfeudados ao sistema contribuíu com um coro de condenação das pedras sobre os agentes da polícia, como se isso fosse o facto do dia mas sim uma grande Greve Geral que pretenderam ofuscar com episódios forjados.
Já muito se falou sobre as contradições e mentiras criadas para esconder o essencial que consiste na violenta austeridade e num orçamento 2013 catastrófico para os portugueses .
Que a liberdade há muito emigrou, que métodos repressivos e pidescos estavam a ser implementados pelo ministro da administração interna e as suas polícias, já tinhamos verificado nos acontecimentos mais recentes . Também tinhamos verificado da disponibilidade da imprensa vendida em tomar partido, claro, sempre a defender os poderosos...
Hoje, o verniz pseudo democrático na RTP estalou, levando-nos a questionar até quando vamos continuar a subsidiar este reino de bufaria .
Passamos a apresentar o comunicado da LUSA emitido sobre ocorrências de uma grande gravidade, trazendo á memória práticas do tempo do regime fascista .
DEMISSÃO DE NUNO SANTOS
Trabalhadores da RTP receiam entrega à polícia de imagens em bruto
por Lusa, publicado por Ricardo Simões FerreiraHoje
Os trabalhadores da RTP receiam que a Direção de Informação da estação tenha entregado à polícia horas de imagens não emitidas da manifestação de 14 de novembro e exigem "esclarecer" um pedido de gravação para DVD desses "brutos".
O diretor de Informação da RTP, Nuno Santos, demitiu-se hoje, depois de a administração da estação ter afirmado em comunicado que "responsáveis da Direção de Informação facultaram a elementos estranhos à empresa (...) imagens dos incidentes" que ocorreram no dia da greve geral, em frente ao parlamento.
A Direção de Informação (DI), através do seu diretor-adjunto, Vítor Gonçalves, garantiu à agência Lusa, no sábado passado, que "nenhuma imagem saiu ou sairá da RTP" e que o pedido que a DI fez para a gravação de dois DVD com duas horas e quarenta e cinco minutos de imagens não emitidas é "uma salvaguarda" para a eventualidade de a empresa e uma equipa de reportagem da RTP no local, cujo carro foi danificado no dia 14, virem a apresentar queixa em tribunal contra incertos.
A explicação de Vítor Gonçalves e de Nuno Santos nunca colheu o conforto da Comissão de Trabalhadores (CT), que vem a exigir desde sexta-feira o "esclarecimento aprofundado" por parte da DI relativamente à decisão de gravar as imagens em bruto de todas as cinco equipas de reportagem que estiveram no terreno no dia da manifestação e a garantia de que nenhuma imagem não editada e não emitida - denominadas na gíria da profissão como "brutos" - "saiu da RTP ou sairá no futuro", de acordo com o porta-voz da CT, Camilo Azevedo, em declarações à Lusa.
A eventual entrega dos "brutos" às autoridades policiais "coloca em causa os princípios deontológicos pelos quais se rege a profissão de jornalista, trai a confiança entre os jornalistas e as fontes - porque as pessoas numa manifestação são fontes de uma peça de informação, ainda que não identificadas - e, sobretudo, coloca em risco a integridade física de todos os elementos de qualquer equipa de reportagem, jornalistas e pessoal técnico, que no futuro sejam destacados para cobrir eventos semelhantes", destacou ainda Camilo Azevedo.
O pedido da cópia das imagens para dois DVD, ainda de acordo com o diretor-adjunto de Informação, "foi feito de forma transparente, através dos meios normais, seguindo o protocolo das normas internas" para o efeito.
"Os DVD foram feitos, mas não foram para lado nenhum. Houve alguém que achou que eram para a polícia, mas não é verdade. Estou a dar a minha palavra que aquilo não saiu e não vai sair. Era muito grave se saísse!", disse Vitor Gonçalves à Lusa.
Esta foi uma garantia dada pessoalmente por Vitor Gonçalves à CT e ao Conselho de Redação numa reunião de urgência na passada sexta-feira, em que o diretor-adjunto substituiu o diretor de informação, Nuno Santos, que se encontrava em Londres, mas na qual esteve presente o subdiretor de Informação, Luís Castro.
"Essa história, no limite, justificava a gravação das imagens de uma cassete. E as outras? Para que é que a DI quis duas horas e quarenta e cinco minutos de gravações, de cinco equipas de reportagem ao longo da tarde, se o que lhe interessava era fazer prova de um momento que demorou apenas alguns minutos?", interroga Camilo Azevedo.
A DI pediu na passada quinta-feira, através de um email, a que a Lusa teve acesso, enviado por Ana Pitas, subdiretora de informação com responsabilidade dos Meios de Produção, as transcrições para DVD, com custos "imputáveis ao Telejornal", de 50 minutos de duas cassetes, 25 minutos de uma terceira e ainda 20 minutos de uma quarta e de uma quinta cassete num total de 165 minutos de imagens recolhidas por cinco equipas de reportagem.
"Se for possível, estas imagens devem ser identificadas com o logótipo RTP", especificava o mesmo email, enviado à secção de Planeamento da estação, com o conhecimento de Manuel da Costa, diretor-adjunto dos Meios de Produção, e ainda Aníbal Costa e Carlos Carvalho.
"Quem pediu este trabalho a Ana Pitas? Quem visualizou e apontou nas cassetes o momento a partir do qual queria a gravação? Para quem foram os DVD?", quer saber a CT.
Vitor Gonçalves acrescentou à Lusa outro dado que, na sua opinião, demonstra que as imagens não saíram da RTP.
"A PSP pediu por email na semana passada para visionar as imagens que foram transmitidas pelas várias televisões, se tivessem as nossas imagens não tinham feito esse pedido", argumentou.
Camilo Azevedo entende, em relação a este pedido em particular, que "as televisões não deviam ter disponibilizado quaisquer imagens sem um mandato judicial concreto, uma vez que, neste caso concreto, a PSP foi envolvida nos confrontos e portanto é parte interessada em quaisquer eventuais processos judiciais que venham a acontecer, pelo que as imagens nunca terão valor de prova em tribunal".
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Comunicado da Rede 14N -" Violenta é a austeridade"
O dia 14 de Novembro foi um dia histórico. Por toda a união europeia e em vários países do mundo realizaram-se greves gerais e protestos nunca antes vistos. Em Portugal, milhares de trabalhadores e trabalhadoras fizeram uma greve geral contra as políticas deste governo e da troika, numa das maiores paralisações registadas. Nesse dia decorreram também várias manifestações com elevada participação.
Repudiamos a carga policial injustificável e indiscriminada que ocorreu nesse dia, sob ordens do Governo. Soubemos de resto que comerciantes da zona tinham sido ainda antes da manifestação avisados pelas autoridades para fechar os seus estabelecimentos, o que nos leva a concluir que independentemente dos acontecimentos, estava prevista uma carga policial.
As forças de segurança feriram mais de 100 pessoas, o pânico que se seguiu podia ter redundado numa tragédia. A própria Amnistia Internacional Portugal já condenou publicamente o uso excessivo de força policial. Na hora que se seguiu, as forças de segurança procederam à detenção de várias dezenas de pessoas, em zonas tão distantes como o Cais do Sodré; algumas nem tinham estado em frente à Assembleia da República. Durante muitas horas, a polícia não revelou a familiares e advogados/as o local em que se encontravam as dezenas de pessoas detidas, nem as deixou falar com elas. Muitas das 21 pessoas que foram levadas para o tribunal criminal de Monsanto foram forçadas, sob ameaça, a assinar formulários que se encontravam em branco. Todos os testemunhos que nos chegam comprovam, tal como a ordem de advogados já salientou, a existência de inúmeras ilegalidades nos processos de detenção.
Exigimos por isso a instauração de um inquérito à actuação das forças de segurança bem como aos termos em que foram efectuadas as detenções e demonstramos a nossa total solidariedade com todas as pessoas detidas e vítimas da repressão na noite de 14 de Novembro.
Estamos perante uma operação política e policial que, a pretexto de incidentes tolerados durante mais de uma hora e transmitidos em directo pelas televisões, pretende pôr em causa o direito de manifestação, criminalizar a contestação social, e fazer esquecer as medidas de austeridade impostas, de extrema violência e que levam à revolta e ao desespero das pessoas. Temos plena consciência que o governo pretende impor a sua política e a da troika, de qualquer forma, inclusive pela repressão política e a liquidação de grande parte das liberdades democráticas. A liberdade está a passar por este combate e, por muito grande que seja a repressão, não vamos assistir em silêncio a um retrocesso histórico de perdas de direitos duramente conquistados.
Recusamos que um dia nacional, europeu e internacional de mobilização histórica contra as políticas de austeridade seja desvalorizado ou esquecido, quer pela comunicação social, quer pelo governo. Somos cada vez mais a contestar este regime de austeridade e não nos calaremos, por isso apelamos à mobilização no dia 27 de Novembro, dia de aprovação do Orçamento do Estado.
Subscritores Colectivos:
ACED, Associação de Combate à Precariedade – Precários Inflexíveis, Attac Portugal, CADPP, Clube Safo, CMA-J Colectivo Mumia Abu-Jamal, Colectivo Revista Rubra, Indignados Lisboa, Marcha Mundial das Mulheres – Portugal, MAS – Movimento de Alternativa Socialista, Movimento Sem Emprego, Panteras Rosas, PCTP/MRPP. Plataforma 15O, RDA69 – Recreativa dos Anjos, Socialismo Revolucionário, SOS Racismo.
Subscritores Individuais:
Adriana Reyes, Alcides Santos, Alex Matos Gomes, Alexandre De Sousa Carvalho, Alexandre Lopes de Castro, Alice da Silveira e Castro, Alípio de Freitas, Ana Benavente, Ana Catarina Pinto, Ana Rajado, Andre Carmo, Ângela Teixeira, Antonio Barata, António Dores, António Mariano, António Serzedelo, Bernardino Aranda, Bruno Goncalves, Carlos Guedes, Carolina Ferreira, Catarina Fernandes, Catarina Frade Moreira, Clara Cuéllar, Cláudia Figueiredo, Daniel Maciel, David Santos, Eduardo Milheiro, Eurico Figueiredo, Fabian Figueiredo, Fernando André Rosa, Francisco d’Oliveira Raposo, Francisco da Silva, Francisco Furtado, Francisco Manuel Miguel Colaço, Gonçalo Romeiro, Guadalupe M. Portelinha, Gui Castro Felga, Helena Romão, Isabel Justino, Joana Albuquerque, Joana Lopes, Joana Ramiro, Joana Saraiva, João A. Grazina, João Baia, João Labrincha, João Pascoal, João Valente Aguiar, João Vasconcelos Costa, Jorge d’Almada, Jorge Fontes, José Luiz Fernandes, José Soeiro, José Nuno Matos, Judite Fernandes, Lidia Fernandes, Lúcilia José Justino, Luís Barata, Luís Júdice, Luis Miranda, Luna Carvalho, Magda Alves, Mamadou Ba, Manuel Monteiro, Manuela Gois, Margarida Duque Vieira, Maria Conceição Peralta, Maria Paula Montez, Mariana Pinho, Marta Teixeira, Martins Coelho, Nuno Bio, Nuno Dias, Nuno Ramos de Almeida, Olimpia Pinto, Paula Gil, Paulo Coimbra, Paulo Jacinto, Pedro Jerónimo, Pedro Páscoa, Pedro Rocha, Raquel Varela, Renato Guedes, Ricardo Castelo Branco, Rita Cruz Neves, Rita Veloso, Rodrigo Rivera, Rui Dinis, Rui Duarte, Rui Faustino, Rui Ruivo, Sandra Vinagre, Sérgio Vitorino, Sofia Gomes, Sofia Rajado, Sónia Sousa Pereira, Teresa Ferraz, Tiago Castelhano, Tiago Mendes, Tiago Mota Saraiva, Tiago Santos, Tiago Silva.
Via Rede14N.
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