domingo, 14 de abril de 2013

Mordomias e mais mordomias, Até quando ?

Divulgamos tal como recebemos .
 
 
  E vão poder continuar a reformar-se aos 40 anos?   
                             SERÁ MESMO POSSÍVEL?
 
 
E com todas estas mordomias queremos que eles declarem inconstitucionais as medidas de austeridade do governo???
        
CARROS DOS JUÍZES DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL
 Quanto mais soubermos destas poucas vergonhas, melhor andamos informados de quem desbarata o dinheiro dos contribuintes.
CARROS DOS JUÍZES DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL
Como pode progredir um País assim saqueado permanentemente
pelas pessoas que deviam dar o exemplo de seriedade?
Em quem podemos confiar quando os mais altos responsáveis
 
dão estes exemplos de saque?
É indigno!!...


Aqui vai mais um bom exemplo:
O Tribunal Constitucional é um tribunal de nomeação politica e, por esse facto, resolveram comprar automóveis de Luxo e 
Super Luxo para cada um dos 'Juízes' ( de nomeação política ).
Estes
 carros são utilizados pelos Juízes - num total de 13 Juízes - para todo o serviço, precisamente como acontece nas grandes Empresas.
1- O Presidente tem um BMW 740 D (129.245 € / 25.849 contos)

2- O Vice-Presidente: BMW 530 D ( 72.664 € /14.533 contos)

3- Os restantes 11 Juízes têm BMW 320 D ( 42.145 € /8.429 contos, cada )


Portanto, uma frota automóvel no valor de 665.504 €/ 133.101 contos ( muito mais de meio milhão de Euros?!!!)

É o único Tribunal Superior Europeu (provavelmente mundial) onde os Juízes têm direito a carro como parte da sua remuneração (automóvel para uso pessoal). E DEPOIS QUEREM-NOS COMPARAR AOS PAÍSES DO NORTE

A que propósito? Pura ostentação! Ninguém se indigna? Quem é que autorizou este escândalo?

Ao mesmo tempo que o Governo sobrecarrega os portugueses 
em geral compra justamente as viaturas mais caras, superluxo.

Não é aceitável, não se pode compreender... a não ser que queiram descobrir que temos de dar o ... e os últimos 8 tostões
por isto!
 
E o povo já não tem dinheiro sequer para o passe!

segunda-feira, 25 de março de 2013

A classe dominante na Europa ocidental está perdendo a capacidade de governar

...na Europa ocidental é que a classe dominante está, obviamente perdendo a sua capacidade de governar. É óbvio que, na Europa , eles improvisam, eles não têm sequer a menor visão além de que devem cortar gastos para sair da crise. ...

Entrevista de Slavo Zizek no lançamento do seu último livro no Brasil

quarta-feira, 20 de março de 2013

Invasão do Iraque faz hoje 10 anos



Justiça para o Iraque, julgamento dos responsáveis pela agressão
Comunicado da Comissão Coordenadora do Tribunal-Iraque

Os dez anos decorridos sobre a invasão do Iraque exigem uma evocação e um balanço.
Desde 20 de Março de 2003, um milhão e meio de iraquianos morreram em
consequência da guerra. Cinco milhões de pessoas estão deslocadas no interior ou no
exterior do país. Há um milhão de viúvas e cinco milhões de órfãos. Estes números foram divulgados em Fevereiro de 2012 pelo Conselho dos Direitos Humanos da ONU.

Não falando já do embargo que estrangulou o Iraque entre 1991 e 2003, nos últimos
dez anos as forças militares dos EUA e dos seus aliados procederam a ataques
deliberados contra a população civil, tanto em operações terrestres como aéreas. Fizeram uso de armas proibidas com consequências devastadoras, imediatas e a longo prazo, para as pessoas, os solos, as águas e o meio ambiente. Estes factos são testemunhados por estudos científicos independentes, designadamente os que se debruçaram sobre o caso da cidade de Faluja.

Os ocupantes destruíram toda a organização estatal e social iraquiana. Instauraram
um regime político da sua conveniência, inteiramente corrompido, fomentador de divisões sectárias, religiosas ou étnicas. Montaram um sistema prisional baseado em detenções sistemáticas, sem acusação e sem julgamento, na tortura e na pena de morte. Criaram um regime de terror que liquidou centenas de professores, médicos, cientistas, artistas, jornalistas. Uma vez mais, estes factos são confirmados por organizações independentes de direitos humanos.

A retirada oficial das tropas dos EUA, em final de 2011, não libertou o Iraque. O regime político continua sob protecção das forças militares norte-americanas, que
mantêm 15 mil tropas no terreno e asseguram a defesa aérea do Iraque, e sob a
protecção de milhares de mercenários pagos pelas grandes companhias que exploram
os recursos iraquianos.

Desde as primeiras semanas da ocupação, a população iraquiana resistiu como pôde,
com e sem armas. Uma guerrilha tenaz, disseminada por todo o território, fez perto de
cinco mil mortos e dezenas de milhares de feridos entre as forças ocupantes. Em 2011,
acompanhando a onda de sublevações no mundo árabe, e desde o final de 2012,
grandes movimentos civis levantaram-se e prosseguem hoje em todo o Iraque. Tais
movimentos defendem quer objectivos políticos nacionais, como a unidade do país e a
rejeição do sectarismo, quer exigências do dia a dia, como trabalho, condições sanitárias e educacionais, libertação dos presos políticos, justiça.
A resistência é hoje uma movimentação que mobiliza centenas de milhares de
pessoas em todo o território iraquiano e que afronta o poder instalado em Bagdade pelos imperialistas norte-americanos e britânicos.

A cumplicidade portuguesa nesta tragédia não pode ser esquecida. Importa lembrar a
colaboração de Durão Barroso e de Paulo Portas (então chefe de governo e ministro da
Defesa) na agressão. A tolerância de Jorge Sampaio (então presidente da República)
perante a decisão da cimeira das Lajes. A colaboração prática na ocupação traduzida no envio de forças da GNR e do agente José Lamego. A gula de empresas portuguesas
diante do frutuoso negócio da“reconstrução” subsequente à destruição. O apoio dado aos EUA nos raptos praticados através do chamados voos da CIA.
Importa ainda lembrar que todos os dirigentes políticos do país desde então
mantiveram a mesma atitude de subserviência e que esta colaboração os torna cúmplices nos crimes cometidos e amarra o país aos crimes do imperialismo.
Importa sobretudo lembrar que esta política foi levada a cabo contra a vontade
manifesta da população portuguesa, largamente contra a agressão e o envolvimento do
país na guerra.

Na sequência das posições que tem tomado, o Tribunal-Iraque reitera o
reconhecimento do direito do povo iraquiano à plena soberania. Exige a retirada de todas as forças ocupantes e o fim de qualquer tutela estrangeira sobre o Iraque. Defende o pagamento, pelos invasores, de reparações de guerra. Reclama o julgamento dos responsáveis pela invasão e pelos crimes entretanto cometidos.
O Tribunal-Iraque exige das autoridades portuguesas uma mudança completa na
política seguida a respeito do Iraque (e prosseguida nos casos das agressões à Líbia e à
Síria), desvinculando-se das agressões do imperialismo norte-americano e da União
Europeia e procedendo a uma defesa activa da Carta das Nações Unidades e do Direito
Internacional.

Comissão Coordenadora do Tribunal-Iraque                      19 de Março de 2013
 
 

segunda-feira, 18 de março de 2013

Pela libertação dos presos palestenianos !

 
Liberdade para os palestinianos presos em Israel
19 de Março - 18 horas
Concentração no Miradouro de São Pedro de Alcântara

Desfile até ao Largo Camões
Liberdade para os palestinianos presos em Israel

A morte do cidadão palestino Arafat Jaradat, ocorrida no passado dia 23 de Fevereiro nas cadeias israelitas, veio, uma vez mais, chamar a atenção da opinião pública para a situação dramática em que se encontram os prisioneiros palestinos nas prisões do Estado de Israel.

Ainda que as autoridades israelitas tenham, de início, alegado motivos cardíacos para a morte, a autópsia ao corpo de Arafat Jaradat, entretanto realizada no Instituto Nacional de Medicina Forense de Israel, na presença de um médico palestino e dois médicos israelitas, não só desmentiu por completo aquela alegação, como revelou a existência de extensos hematomas, ferimentos e lesões internas recentes que só podem ter sido provocados por práticas reiteradas de tortura e espancamento.

A tortura constitui um crime equivalente à qualificação de crime contra a humanidade, e a sua prática está proibida por inúmeros tratados e convenções internacionais, a começar pela Convenção das Nações Unidas contra a Tortura, adoptada pela Assembleia Geral da Onu em 10 de Dezembro de 1984, que Israel subscreveu em Outubro de 1991.

Na mesma ocasião em que se agrava dramaticamente o estado de saúde de alguns prisioneiros palestinos em consequência de períodos de greve de fome cada vez mais prolongados e progressivos – de entre os quais avulta o caso de Samer Tariq Issawi – o assassinato de Arafat Jaradat vem, uma vez mais, chamar a atenção do mundo para a condição dos prisioneiros palestinos nas cadeias israelitas e para a importância deste tema como expressão da violência, desumanidade e ilegalidade da ocupação que oprime o povo palestino.

Um relatório da UNICEF publicado nos últimos dias, conclui, a este propósito, que os maus-tratos às crianças palestinas pelo sistema de detenção militar israelita, além de muito difundidos, são sistemáticos e institucionalizados. Segundo dados da organização palestina de direitos humanos ADDAMEER, são 4812 os prisioneiros palestinos, dos quais 31 são crianças com menos de dezasseis anos.

Estão detidos em prisão administrativa – quer dizer, sem que contra eles tenha sido pronunciada qualquer acusação – cento e setenta e oito pessoas, das quais nove são deputados do Conselho Legislativo Palestino, constituído em consequência das eleições realizadas em Janeiro de 2006, que a comunidade internacional considerou livres e justas.

Vale a pena recordar, a este propósito, que em Maio de 2012, na sequência de um movimento generalizado de greve de fome entre os prisioneiros palestinos, o governo de Israel firmou um acordo com o comité de greve em que se comprometia, em particular, a não renovar as ordens de detenção administrativa dos cerca de 300 prisioneiros que estavam, à data, nessas condições.

Ainda de acordo com esse compromisso, Israel obrigava-se a pôr termo aos períodos de isolamento, e a autorizar, de novo, as visitas aos parentes em primeiro grau de prisioneiros oriundos da faixa de Gaza, assim como daqueles que, naturais da Margem Ocidental, estavam submetidos a medidas de segurança especiais.

Desde então e à semelhança de tantos outros compromissos não cumpridos por Israel, as autoridades de Israel desrespeitaram, de forma reiterada, as disposições daquele acordo, facto que levou muitos prisioneiros a retomarem o seu protesto na forma mais radical da greve de fome.

A condição dos presos palestinos nas cadeias israelitas não se resume, apenas, entretanto, a uma questão de direitos humanos. Ela reflecte, nas suas formas mais extremas, o quotidiano violento de opressão e humilhação a que está sujeito o povo palestino vítima da ocupação sionista.

Os homens, mulheres e crianças, encarcerados nas prisões do Estado de Israel, são presos de consciência, privados da sua liberdade pelo crime único de resistirem ao esmagamento da sua identidade, de defenderem a sua dignidade, e de manterem viva a bandeira da esperança na liberdade.

Nestes termos, as organizações signatárias condenam da forma mais veemente, o assassinato de Arafat Jaradat nas prisões israelitas, denunciam como ilegal, iníqua e desumana, a condição a que estão sujeitos os milhares de palestinos presos pelo estado de Israel, e reclamam a sua imediata e incondicional libertação, como elemento essencial e indissociável do reconhecimento do direito do povo palestino à autodeterminação, e à independência.

Deste modo, as organizações signatárias:

- Expressam a sua solidariedade com os presos políticos palestinos e, através deles, com todo o povo palestino vítima da ocupação israelita

- Reclamam dos órgãos de soberania portugueses uma intervenção firme e determinada, que responsabilize Israel pela situação dos presos políticos palestinos e que exija o cumprimento, por aquele estado, dos princípios e normas do direito internacional e humanitário a que está obrigado pela sua condição de membro das Nações Unidas

- Apelam à opinião pública portuguesa para que se mobilize na denúncia dos crimes da ocupação israelita e na afirmação da sua solidariedade com o povo e os presos políticos palestinos, pugnando pela sua libertação

- Decidem promover um acto público de solidariedade, dia 19 de Março, pelas 18h00, em Lisboa (do Miradouro de São Pedro de Alcântara ao Largo Camões).

Organizações subscritoras até o momento:

Associação de Intervenção Democrática

Colectivo Mumia Abu-Jamal

Comité Palestina

Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional

Conselho Português para a Paz e Cooperação

Ecolojovem “Os Verdes”

Federação Nacional Dos Professores

Federação Nacional dos Sindicatos do Trabalhadores em Função Públicas e Sociais

Interjovem - CGTP-IN

Juventude Comunista Portuguesa

Movimento Democrático de Mulheres

Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente

Partido Ecologista “Os Verdes”

Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local

União de Resistentes Anti-Fascistas Portugueses

União dos Sindicatos de Lisboa

Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal

terça-feira, 12 de março de 2013

A verdade escondida por trás do escandalo do BPN

 
"Porque é que o estado injectou 5,7 mil milhões de euros para salvar o BPN evocando um risco sistémico quando este banco representava apenas 2% de quota de mercado?
Porque, para além da corrupção e das altas personalidades envolvidas, o que muita gente não sabe, porque não foi divulgado, é que muito dinheiro da Segurança Social estava lá depositado, e essa verdade não convêm a ninguém.
 
Jogar na bolsa o dinheiro das reformas.
Os descontos que fazemos para a reforma são geridos pela Centro Nacional de Pensões da Segurança Social ou a Caixa Geral de Aposentações (no caso das reformas da Função pública e empresas do Estado). Mas, como é óbvio, esse dinheiro não fica a "dormir" durante anos para ser utilizado para pagar as pensões mais tarde.

No caso da Caixa Geral de Aposentações, a carteira de investimentos é composta quase exclusivamente por títulos de dívida do Tesouro português, o que em caso de queda de valor de mercado, como tem sido o caso nos últimos anos, as perdas podem ser significativas. Só no ano de 2011, essas perdas foram de 1,46 mil milhões de euros. Esta política de investimentos, adoptada pelos sucessivos governos, há muito tempo que deixou de ser considerada segura.
No caso da Segurança Social, o dinheiro das reformas é gerido pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) que investe esse dinheiro em títulos de dívida portuguesa, sendo assim a CGD um dos maior credores do próprio Estado com um valor superior a 5 mil milhões de euros. Mas a CGD também investe esse dinheiro em outras áreas.
 
O dinheiro da Segurança Social no BPN.
Sabe-se que a CGD tinha várias contas no BPN aproveitando os juros irreais praticados nesse banco, quanto não se sabe ao certo, falava-se na altura em mais de 500 milhões de euros, mas talvez seja muito mais. O BPN foi criado 1993, e em 1999 foi aberta uma ou várias contas pela CGD utilizando os fundos da Segurança Social, sendo nessa altura José Oliveira e Costa o seu presidente e o ministro responsável pela Segurança Social no governo Ferro Rodrigues.
Pela administração e órgãos sociais do BPN e da Sociedade Lusa de Negócios (SLN) passaram muito dirigentes de vários quadrantes políticos, principalmente do PSD, daí que quando da nacionalização, tenha havido poucas críticas. Dias Loureiro, por exemplo foi compadre de Ferro Rodrigues, quando da casamento dos seus filhos João Ferro Rodrigues e Joana Dias Loureiro, o mundo é pequeno.
A conta da Segurança Social no BPN dá-se portanto em 1999, sendo legítima tal abertura de conta, mas depressa se verificaram grande movimento nas entrada e saída de dinheiro pouco claras. Ainda não é claro se parte desse dinheiro era aplicado em depósitos, acções ou obrigações, ou se era usado nas dezenas de off-shores desse banco, ou até para financiar certas personalidades.
Desde 2001 que decorriam vários processos relativos ao BPN/SLN no Ministério Público, na Polícia Judiciária e na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, o próprio Banco de Portugal tinha conhecimento das prática pouca claras praticadas pelo BPN.
 
As apostas perdidas...para alguns.
Com a gestão de um fundo de maneio de 2 mil milhões de euros, a Segurança Social teria um depósito de cerca de 500 milhões no BPN (ou mais) o que representa 25% de todo o fundo num banco que tinha apenas 2% de quota de mercado. Esse dinheiro investido pela Segurança Social foi o principal motivo da nacionalização do BPN, um banco que custo ao Estado, segundo alguns cálculos 8 mil milhões, e que foi vendido ao BIC por apenas 40 milhões. Esse escândalo não podia ser revelado."

quarta-feira, 6 de março de 2013

Morreu Hugo Chávez Pai da Revolução Bolivariana

Morreu Hugo Chávez, após luta tenaz contra um cancro que originou quatro operações sem que contudo se conseguisse extirpar este mal que originou a sua morte.
O surgimento de Hugo Chávez na cena política da Venezuela e da América Latina teve um impacto relevante, grandes transformações , encetando uma uma revolução denominada Bolivariana que pôs as grandes riquezas do subsolo ao serviço dos povos, correspondendo aos seus anseios como a habitação, o ensino , a saúde entre outros anseios mais imediatos . Até aí essas riquezas eram abocanhadas por oligarcas corruptos que votavam o povo a miséria extrema .
A estreita ligação aos povos da América do Sul colocou outros horizontes de emancipação e identidade digna, colocando por terra a subjugação dos interesses do imperialismo via multinacionais e lacaios ao seu serviço .
Hugo Chávez foi um farol de esperança para os povos sul americanos, cabe agora aos continuadores do comandante prosseguir a consumação da Revolução Bolivariana .

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                  Video com últimas declarações do Presidente Chávez

segunda-feira, 4 de março de 2013

Millhão e meio de portugueses saiu á rua contra á política terrorista do governo da tróika


 
Por mais que a propaganda do sistema queira desvirtuar a dimensão do protesto de sábado passado, socorrendo-se de toda a espécie de  manobras de diversão para desviar.nos do essencial e das razões que levaram ás ruas de todo o país e estrangeiro tanta e tanta gente . Não se trata de discutir o m.2 etc. etc. isso é pura parvoíce da canalha que nos esmaga com medidas draconianas provocando fome , miséria e morte entre os portugueses .
A dimensão do protesto é bem revelador de quanta é a revolta que anda por aí e que a paciência tem limites para aturar a política deste governo .
 
 
Moção de censura Popular aprovada no Terreiro do Paço (Pese embora ainda estivesse a chegar muita e muita gente e outros já tivessem saído)
 
"Esta Moção de Censura Popular expressa a vontade de um povo que quer tomar o presente e o futuro nas suas mãos. Em democracia, o povo é quem mais ordena.
Os diferentes governos da troika não nos representam. Este governo não nos representa. Este governo é ilegítimo. Foi eleito com base em promessas que não cumpriu. Prometeu que não subiria os impostos, mas aumentou-os até níveis insuportáveis. Garantiu que não extorquiria as pensões nem cortaria os subsídios de quem trabalha, mas não há dia em que não roube mais dinheiro aos trabalhadores e reformados. Jurou que não despediria funcionários públicos nem aumentaria o desemprego, mas a cada hora que passa há mais gente sem trabalho.

Esta Moção de Censura é a expressão do isolamento do governo. Pode cozinhar leis e cortes com a banca e a sua maioria parlamentar. O Presidente da República até pode aprovar tudo, mesmo o que subverte a Constituição que jurou fazer cumprir. Mas este governo já não tem legitimidade. Tem contra si a população, que exige, como ponto de partida, a demissão do governo, o fim da austeridade e do domínio da troika sobre o povo, que é soberano.
Que o povo tome a palavra! Porque o governo não pode e não consegue demitir o povo, mas o povo pode e consegue demitir o governo. Não há governo que sobreviva à oposição da população.

Esta Moção de Censura Popular é o grito de um povo que exige participar. É a afirmação pública de uma crescente vontade do povo para tomar nas suas mãos a condução do país, derrubando um poder corrupto que se arrasta ao longo de vários governos.

No dia 2 de Março, por todo o país e em diversas cidades pelo mundo fora, sob o lema "Que se lixe a troika! O povo é quem mais ordena", o povo manifestou uma clara vontade de ruptura com as políticas impostas pela troika e levadas a cabo por este governo.

Basta! Obviamente, estão demitidos. Que o povo ordene! "

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

2 de Março - TODOS Á RUA !


A presença de passos Coelho ontem na faculdade de Direito não foi nada pacífica

A presença de Passos Coelho ontem na Faculdade de Direito de Lisboa quando aí se deslocou com o pretexto de participar numa iniciativa da juventude do partido do governo , não foi de todo pacífica para este governante lacaio da tróika. Face à política destilada pelo seu governo, só por si representava uma provocação, a que os estudantes não poderiam deixar de dar uma resposta demonstranado a sua indignação contra um governante que tem votado grande desprezo ao ensino como a todas as vertentes da vida dos portugueses, gerando números astronómicos relativos ao desemprego, dotando as empresas capitalistas de mecanismos para intensificar a exploração sobre os trabalhadores em nome da crise.
O futuro dos estudantes e do povo está sériamente ameaçado com estas políticas, daí a justeza das manifestações que se multiplicam contra os causadores deste terrorismo social que se evidencia cada dia que passa .
 
 
 
 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

QUE SE LIXE A TROIKA. O POVO É QUEM MAIS ORDENA!


 
 
Em Setembro, Outubro e Novembro enchemos as ruas mostrando claramente que o povo está contra as medidas austeritárias e destruidoras impostas pelo governo e seus aliados do Fundo Monetário Internacional, da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu – a troika.

Derrotadas as alterações à TSU, logo apareceram novas medidas ainda mais gravosas. O OE para 2013 e as novas propostas do FMI, congeminadas com o governo, disparam certeiramente contra os direitos do trabalho, contra os serviços públicos, contra a escola pública e o Serviço Nacional de Saúde, contra a Cultura, contra tudo o que é nosso por direito, e acertam no coração de cada um e cada uma de nós. Por todo o lado, crescem o desemprego e a precariedade, a emigração, as privatizações selvagens, a venda a saldo de empresas públicas, enquanto se reduz o custo do trabalho.

Não aguentamos mais o roubo e a agressão.

Indignamo-nos com o desfalque nas reformas, com a ameaça de despedimento, com cada posto de trabalho destruído. Indignamo-nos com o encerramento das mercearias, dos restaurantes, das lojas e dos cafés dos nossos bairros. Indignamo-nos com a Junta de Freguesia que desaparece, com o centro de saúde que fecha, com a maternidade que encerra, com as escolas cada vez mais pobres e degradadas. Indignamo-nos com o aparecimento de novos impostos, disfarçados em taxas, portagens, propinas… Indignamo-nos quando os que geriram mal o que é nosso decidem privatizar bens que são de todos – águas, mares, praias, território – ou equipamentos para cuja construção contribuímos ao longo de anos – rede eléctrica, aeroportos, hospitais, correios. Indignamo-nos com a degradação diária da nossa qualidade de vida. Indignamo-nos com os aumentos do pão e do leite, da água, da electricidade e do gás, dos transportes públicos. Revolta-nos saber de mais um amigo que se vê obrigado a partir, de mais uma família que perdeu a sua casa, de mais uma criança com fome. Revolta-nos o aumento da discriminação e do racismo. Revolta-nos saber que mais um cidadão desistiu da vida.

Tudo isto é a troika: um governo não eleito que decide sobre o nosso presente condicionando o nosso futuro. A troika condena os sonhos à morte, o futuro ao medo, a vida à sobrevivência. Os seus objectivos são bem claros: aumentar a nossa dívida, empobrecer a maioria e enriquecer uma minoria, aniquilar a economia, reduzir os salários e os direitos, destruir o estado social e a soberania. O sucesso dos seus objectivos depende da nossa miséria. Se com a destruição do estado social a troika garante o financiamento da dívida e, por conseguinte, os seus lucros, com a destruição da economia garante um país continuamente dependente e endividado.

A 25 de Fevereiro os dirigentes da troika, em conluio com o governo, iniciarão um novo período de avaliação do nosso país. Para isto precisam da nossa colaboração e isso é o que não lhes daremos. Porque não acreditamos no falso argumento de que se nos “portarmos bem” os mercados serão generosos. Recusamos colaborar com a troika, com o FMI, com um governo que só serve os interesses dos que passaram a pagar menos pelo trabalho, dos bancos e dos banqueiros, da ditadura financeira dos mercados internacionais. E resistimos. Resistimos porque esta é a única forma de preservarmos a dignidade e a vida. Resistimos porque sabemos que há alternativas e porque sabemos que aquilo que nos apresentam como inevitável é na verdade inviável e por isso inaceitável. Resistimos porque acreditamos na construção de uma sociedade mais justa.

A esta onda que tudo destrói vamos opor a onda gigante da nossa indignação e no dia 2 de Março encheremos de novo as ruas. Exigimos a demissão do governo e que o povo seja chamado a decidir a sua vida.

Unidos como nunca, diremos basta.

A todos os cidadãos e cidadãs, com e sem partido, com e sem emprego, com e sem esperança, apelamos a que se juntem a nós. A todas as organizações políticas e militares, movimentos cívicos, sindicatos, partidos, colectividades, grupos informais, apelamos a que se juntem a nós. De norte a sul do país, nas ilhas, no estrangeiro, tomemos as ruas!

QUE SE LIXE A TROIKA. O POVO É QUEM MAIS ORDENA!

Ada Pereira da Silva, Adriano Campos, Alex Cortez, Alexandre Abreu, Álvaro Faria, Ana Carla Gonçalves, Ana Margarida Esteves, Ana Maria Pinto, Ana Nicolau, André Studer Ferreira, Ângela Cerveira, Ângela Fernandes, António Alves, António Avelãs, António Costa Santos, António Louçã, António Mariano, António Simões do Paço, Armando Sá, Belandina Vaz, Bruno Cabral, Bruno Carvalho, Bruno Gonçalves, Bruno M. Neto, Camilo Azevedo, Carla M Cardoso, Carlos Mendes, Chullage, Cristina Cavalinhos, Cristina Paixão, Daniel Godinho, Diana Póvoas, Diogo Gaivoto, Fabíola Cardoso, Florian Charioux, Francisco Calafate, Frederico Aleixo, Frederico Duarte, Guadalupe Simões, Helena Borges, Helena Dias, Helena Pato, Helena Romão, Inês Meneses, Inês Subtil, Inês Tavares, Iolanda Baptista, Isabel Louçã, Jaime Teixeira Mendes, Jakilson Pereira, Joana Azevedo Viana, Joana Manuel, Joana Saraiva, João Afonso, João Balão, João Camargo, João Gustavo, João Mineiro, João Vasco Gama, Jorge Falcato, José Gema, José Luís Garcia, José Reis Santos, Laura Diogo, LBC Soldjah, Luanda Cozetti, Lúcia Gomes, Luís Bernardo, Luís Ribeiro, Luísa Ortigoso, Luna Nicke, Madalena Ávila, Magda Alves, Marco Neves Marques, Maria Barradas, Maria José Alves, Maria Luísa Cabral, Mariana Avelãs, Marta Silva, Miguel Cardina, Miguel Reis, Milé Sardera, Myriam Zaluar, Nuno Gomes dos Santos, Nuno Ramos de Almeida, Nuno Serra, Nuno Viana, Octávio Raposo, Paula Gil, Paula Marques, Paula Nunes, Paulo Raposo, Pedro Alves, Pedro Feijó, Pedro Rocha, Raquel Gonçalves, Ricardo Morte, Ricardo Santos, Rita Veloso, Rosário Gama, Rui Borges, Rui Dinis, Rui Eugénio, Samuel Quedas, Sandra Monteiro, Sandro Mendonça, São José Lapa, Sara Boavida, Sara Ferreira, Sara Figueiredo Costa, Sara Gonçalves, Sara Goulart, Sérgio Vitorino, Sofia Gomes, Tatiana Moutinho, Tiago Figueiredo, Tiago Mota Saraiva, Tiago Rodrigues, Vítor Ferreira, Zé Neves .
 

Manifestações.2 Março                                                    

10:00    Praça da República | Horta
14:00    Praça 5 de Outubro | Tomar
14:30    Praça 25 de Abril | Caldas da Rainha
15:00
Avenida Central | Braga
Praça da República | Coimbra
Praça do Município| Covilhã
Embaixada Portuguesa | Londres
Parque da Cerca | Marinha Grande
Largo 2 de Março | Ponta Delgada
Jardim em frente ao Colégio | Tomar
Praça da República | Viana do Castelo
16:00
Estação CP | Aveiro
Largo do Museu | Beja
Praça do Município | Castelo Branco
Largo das Freiras | Chaves
Largo do Carmo | Faro
Praça do Município | Funchal
Fonte Luminosa | LeiriaPraça Marquês de Pombal | Lisboa
Praça da República (Mercado) | Loulé
Praça Manuel Teixeira Gomes | Portimão
Praça da Batalha | Porto
Frente à Cãmara Municipal | Vila Real
Jardim de Santa Cristina | Viseu
18:00
Boston Public Library | Boston

"Sou da geração basta ! "


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Não nos silenciarão !


Pode ver e houvir em :
TSF : Passos Coelho interrompido pela "Grândola Vila Morena"
Expresso: Cantou-se "Grândola Vila morena" no Parlamento
SIC: Vídeo
RTP: Vídeo
TVI: "Grândola Vila Morena" cala Passos Coelho no Parlamento
    

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

MUDAR DE POLÍTICA E DE GOVERNO !


FARO
Rotunda junto à Escola João de Deus 15:30h Manifestação
AVEIRO
Largo da Estação de Comboios 15:30h Desfile
BEJA
Junto à casa da Cultura 10:30h Concentração
BRAGA
Parque da Ponte 15:00h Desfile
BRAGANÇA
Praça Cavaleiro Ferreira 15:00h Concentração
Covilhã
Campo de Festas da Covilhã 15:30h Manifestação
Castelo Branco
Câmara Municipal 15:30h Manifestação
COIMBRA
Praça da República 14:30h Concentração
ÉVORA
Praça 1º Maio  10:30h Concentração
GUARDA
Largo João de Almeida 14:30h Manifestação
LEIRIA
Concentração em frente ao Tribunal 15:00h Manifestação
LISBOA
Largo do Príncipe Real  15:00h Manifestação
PORTALEGRE
Largo do Café Alentejano10:00h Desfile
PORTO
Praça da Batalha 15:00h Manifestação
SANTARÉM
Avenida dos Forcados Amadores 15:00h Manifestação
SETÚBAL
Praça do Brasil  Praça do Quebedo 15:00h Manifestação
VIANA DO CASTELO 
Praça da República 10:30h Concentração
VILA REAL
Av. Carvalho de Araújo 10:30h Manifestação
VISEU
Rossio 14:30h Manifestação

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

A biografia de um "sem abrigo"

Claro, com o "AGUENTA... AGUENTA...", este "SEM-ABRIGO" vê-se obrigado a recorrer ao "Padrinho" para "abrigar" a esposa!

Biografia

Fernando Ulrich provém de uma família ligada ao comércio bancário e à arquitecturaà, os Ulrich, família do Norte de Hamburgo, tinham-se estabelecido em Portugal em meados do século XVIII. Após o terramoto de 1755, a família cooperou activamente na reconstrução de Lisboa, a convite do Marquês de Pombal, prosseguindo os seus negócios no ramo financeiro. Mais tarde, os Ulrich ligaram-se por laços familiares aos Mellos, herdeiros de Alfredo da Silva. O avô paterno era administrador do Banco de Portugal, o materno estava ligado às áreas de corretagem e dos seguros. O pai, João Ulrich, foi director da Tabaqueira, uma das empresas do império Companhia União Fabril (CUF) de Alfredo da Silva.
Estudou no Instituto Superior de Economia da Universidade Técnica de Lisboa, de 1969 a 1974, onde foi colega de Eduardo Ferro Rodrigues, António Perez Metelo e [Félix Ribeiro, mas sem terminar a licenciatura. Ainda estudante, entrou para a redacção do Expresso o jornal de Francisco Pinto Balsemão, onde veio a ser responsável entre 1973 e 1974 pela secção de Mercados Financeiros, assinando textos com o pseudónimo de Vicente Marques. Em seguida foi técnico do Secretariado para a Cooperação Económica e, posteriormente, assessor do embaixador de Portugal junto da OCDE de 1975 a 1979 em Paris, como responsável pelos assuntos económicos e financeiros, ocupando-se das relações com a EFTA, OCDE e GATT. Mais tarde ainda, chefe de gabinete dos ministros das Finanças e do Plano dos governos Balsemão, Morais Leitão e João Salgueiro.
Em 1980 trabalhou no departamento internacional do Banco Pinto & Sotto Mayor. Transitou em 1983 do gabinete ministerial para a Sociedade Portuguesa de Investimentos, com Artur Santos Silva, que vem a dar origem ao Banco Português de Investimento (BPI). Em Abril de 2004, e já com o cargo de vice-presidente, Fernando Ulrich tornou-se presidente do BPI. Identificado publicamente com o PSD e fundador da iniciativa Compromisso Portugal, Fernando Ulrich tem provocado polémica com algumas propostas radicais em matéria laboral, no sentido do corte nos vencimentos dos assalariados, da liberalização total dos despedimentos colectivos e individuais, no sector público e no privado, embora “com avisos antecipados e indemnizações” para que a medida não signifique “um regresso ao século XIX”. Posteriormente ocupou os cargos de vice-presidente do Conselho de Administração e de presidente da Comissão Executiva do Banco Português de Investimento, bem como de presidente do Conselho de Administração do Banco de Fomento de Angola.
Casado, desde 8. Novembro 1974, com Isabel Diana Bettencourt Melo e Castro, filha de José Lobo de Almeida Melo e Castro, 11.° Conde das Galveias, tem três filhos: Sofia, Ana Margarida e João. Como Fernando Ulrich, a sua mulher fez carreira no jornalismo, até entrar para o PSD, onde foi responsável pelo gabinete de comunicação desde 1979. Desde Abril de 2006, Diana Ulrich integra o gabinete de apoio à Presidência da República.
Grandes Filhos da Pátria...